Pois o bicho-papão ainda está vivo
E quente embaixo da cama
O sono que deveria dar descanso
Alarma
O dono que deveria tratar de sua vida
Viaja
A humanidade se dispersou
Diante de tanto conhecimento
O acúmulo não é só de gases
O que destrói é o material de metal
O que destrói é o material de metal
O que destrói a gente é o material irreal
Que não põe a alma em jogo
A alma parece estar em stand-by eterno
Cadê a Nova Era? Não achei.
O “Hair” me parece peruca agora
Os tempos sempre mudando
Ideias se contrapondo ininterruptamente
E o mundo está cedendo
''Por que eu estou errado ou certo? Existe isso? É por aí que devo ir?''
O mercado pôs a alma de lado
''Preocupe-se com o que seu tio vai pensar... Quantos livros você tem? Vai aquela festa? Tem isqueiro? Teu cabelo é de verdade? Você vai vestida assim pra rua? Teu celular tem Android?''
Não sou do tempo das cavernas
Só quero vida
Não sou do tempo das cavernas
Só quero a sorte
De viver sem ter de agradar ninguém
Sem ter que deter ninguém
Sem repreender ninguém
O que destrói é o material de metal
O que destrói é o material de metal
O que destrói a gente é o material irreal
Que não põe a alma em jogo
A alma parece estar em stand-by eterno
Cadê a Nova Era? Não achei.
O “Hair” me parece peruca agora
Os tempos sempre mudando
Ideias se contrapondo ininterruptamente
E o mundo está cedendo
''Por que eu estou errado ou certo? Existe isso? É por aí que devo ir?''
O mercado pôs a alma de lado
''Preocupe-se com o que seu tio vai pensar... Quantos livros você tem? Vai aquela festa? Tem isqueiro? Teu cabelo é de verdade? Você vai vestida assim pra rua? Teu celular tem Android?''
Não sou do tempo das cavernas
Só quero vida
Não sou do tempo das cavernas
Só quero a sorte
De viver sem ter de agradar ninguém
Sem ter que deter ninguém
Sem repreender ninguém
Nem a mim
Nem a morte.
Nem a morte.