Encontro-me na mais forte e pura repugnância do imperfeito. O que será o imperfeito?
Será mesmo o não-ser da perfeição?
Será mesmo que temos escolhas a fazer, a cumprir, a demonstrar a todos os outros que teimam em cumpri-las? Cansei de escolher.
Na verdade, eu nunca gostei muito de escolhas. Eu me perco escolhendo, não sei o que me agrada! Minha essência é escondida. Só se mostra ao mais puro amor. E este último é perfeito. Então... volto ao círculo gritante.
Procuro escolher o meio. O meio entre o que é certo e errado. Existe?
Não quero fazer só o certo, como não devo fazer só o errado.
É contraditório, eu sei. Mas somos todos muito contraditórios. Somos humanos. Erramos em todo segundo, em todo lugar, em toda escolha.
Como saberemos que o que escolhemos é ou não a coisa certa?
É preciso arriscar!
Mas é preciso tanta coisa... E pouca gente se presta a tal carência.
Nenhum comentário:
Postar um comentário